terça-feira, 4 de outubro de 2011

Outros livros geraram controvérsia




Polêmicas envolvendo materiais didáticos e rejeição a livros com obras de autores consagrados têm sido frequentes nos últimos anos.
Em 2008, um material de reforço distribuído para alunos da rede paulista foi criticado por professores por trazer obras do pintor Jean-Baptiste Debret sobre a escravidão no Brasil sem contextualização. As figuras mostravam negros em situações de passividade.
No ano seguinte, também em São Paulo, foi ordenada a revisão de 800 livros do Programa Ler e Escrever, porque alguns foram tidos como inadequados para alunos do ensino fundamental. Entre eles estava Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol, uma compilação de cartunistas que continha palavrões, expressões sexuais e referências à facção criminosa Primeiro Comando da Capital.
Neste ano, pais de alunos e professores da rede estadual de ensino reagiram contra a distribuição, a alunos de 16 e 17 anos, de um livro de contos com um texto erótico do escritor Ignácio de Loyola Brandão, colunista do Estado, que faz parte do livro Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século.
Em Santa Catarina, o livro Aventuras Provisórias, de Cristóvão Tezza, teve sua leitura censurada para alunos de 15 a 18 anos, por conter sexo e palavrões. "Eu fiquei horrorizado", disse o autor. 
fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,outros-livros-geraram-controversia,632432,0.htm

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